Mendoza

Bike and Tasting na bodega Familia Zuccardi

A primeira pergunta: Mendoza é viável em apenas 4 dias (ou seja, um feriadão)? Sim, super! Nós nos dividimos entre as visitas às bodegas e o passeio ao Parque Nacional do Aconcágua. Para nosso gosto, o timing foi perfeito: é uma viagem para fazer sem pressa. O passeio de um dia inteiro ao Aconcágua também funcionou como uma quebra da maratona etílica.

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Buenos Aires, one-night-stand

Há algum tempo, nós já estávamos curiosos para conhecer Mendoza, um pólo vinícola aos pés da Cordilheira dos Andes, na Argentina. O sinal divino chegou por meio das milhas da Gol: conseguimos um voo para Buenos Aires no feriadão de novembro. Desta vez, passamos apenas uma noite em Buenos Aires. Se o seu caso de amor também é apenas uma one-night-stand, nós recomendamos um hotel relativamente próximo ao Aeroparque, de onde saem os voos nacionais, mas ainda assim dentro da cidade. Sem trânsito, a distância é de 15 minutos de táxi entre o hotel e o aeroporto.

Feir’s Park Hotel (Calle Esmeralda, 1366): o hotel faz a linha business com elegância, mas fica numa região super charmosa da cidade, com belos prédios e hoteis por perto. O café-da-manhã é bem farto, cheio de media lunas, geleias e dulce de leche. US$ 79/diária de casal com café-da-manhã.

Florería Atlántico: de floricultura fofa a bar cool

A 3 minutos a pé do hotel, apenas virando a esquina, você encontra um bar/restaurante que está hype no momento. Na parte de cima, funciona uma floricultura. Descendo por uma escadinha, funciona um bar/restaurante no subsolo.

Florería Atlántico (Calle Arroyo, 872): o lugar lota e só aceita reserva até 21h. Se estiver animado para conhecer, é melhor ligar ou escrever um e-mail antes.

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‘Qué buena ocasión para un brindis!’

 

[Índia 5] Jodhpur e Mumbai

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Jodhpur, a “Cidade Azul”

Em Jodhpur, ficamos hospedados num “hotel heritage”, uma experiência que vale a pena viver na Índia. Nosso hotel era a antiga residência do chefe da guarda do marajá de Jodhpur. Fomos recebidos pelo neto que gerencia o hotel. Ele nos mostrou a mansão, além de fotos dos casamentos da família que até hoje duram cinco dias.

The Koti Heritage: o quarto mantém o mobiliário original. A cama, por exemplo, era tão alta que precisávamos de uma escadinha de madeira para subi-la. O hotel ainda tinha um jardim interno, onde era servido o café-da-manhã e o jantar (vegetariano e excelente!). US$ 43/diária de casal com café-da-manhã.

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[Índia 4] Fatehpur Sikri, Jaipur e Pushkar

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Jaipur e a Índia dos marajás

No caminho para Jaipur, paramos em Fatehpur Sikri, uma cidade mongol muito bem preservada a 37 km de Agra. Os ingleses chegaram em Fatehpur Sikri em 1583 e ficaram maravilhados com uma cidade que excedia Londres em população – como também em diamantes, rubis, sedas e outras maravilhas. A cidade chegou a ser, por um período, a sede do Império Mongol.

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[Índia 3] Agra e Taj Mahal

Primeira parada em Agra: Baby Taj

Primeira parada em Agra: Baby Taj

Chegamos de carro em Agra à tarde e paramos no Baby Taj (Itimad-ud-daula’s Tomb), um mausoléu de mármore branco do período mongol. É uma pérola, que lembra o Taj Mahal em miniatura. É conhecido ainda como “porta-joias de mármore” e marca a transição das construções em arenito vermelho (como o Red Fort de Nova Délhi) para o mármore. O monumento fica à beira de um rio que corta a cidade e oferece uma visão distante do Taj.

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[Índia 2] Nova Délhi

 

Red Fort e Humayun's Tomb

Red Fort e Humayun’s Tomb

Em geral, ninguém se apaixona por Nova Délhi. É caótica, barulhenta, engarrafada. É um lugar para onde as pessoas migram para fazer dinheiro. Nós reservamos 2 dias para Délhi. Ficamos num hotel moderno (e incrivelmente barato) perto de Connaught Place, uma região comercial da cidade. No hotel, fechamos um motorista para fazer todas as atrações de Délhi (sem saber que passaríamos a metade do dia num trânsito surreal) e outro para fazermos Agra, Jaipur e Jodhpur com mais agilidade. Como já havíamos reservado um voo de Jodhpur para Mumbai, teríamos que estar na cidade naquela data exata. Não havia muito tempo, mas – se houvesse – eu faria tudo de trem por conta própria.

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[Índia 1] Varanasi

O passeio no Ganges ao amanhecer

O passeio no Ganges ao amanhecer

Fomos de Kathmandu para Varanasi num voo (caro!) da Air India. É ridiculamente mais barato ir de Kathmandu para Nova Délhi, mas eu estava cismada em passar por Varanasi, a cidade viva mais antiga do mundo. Já no aeroporto, começa sua luta pela sobrevivência. Ainda na fila da imigração, nós podíamos ver vários homens cercando a esteira das malas. Eles não são funcionários do aeroporto, mas pessoas que pegam sua bagagem (direto na esteira!) para ganhar uma gorjeta. Eu dei um chega para lá e puxei sozinha minha mala. Na saída, mais confusão: mil pessoas oferecendo táxi e brigando entre si. Fomos num quiosque supostamente autorizado e pegamos um táxi com um sikh de turbante que dirigia perigosamente pelas ruas lotadas da cidade. Normal.

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[Nepal 3] Chitwan-Kathmandu

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Safári em Chitwan

Nosso último dia de trekking começou por volta de 04h30 da manhã. Saímos no escuro para ver o dia nascer em Poon Hill e, depois do espetáculo, descemos a montanha de volta para Nayapul. Esse trekking costuma ser feito em quatro e não em três dias. Então, tivemos que apertar o passo e segurar os joelhos nessa descida. Foi um dia especialmente pesado e chegamos de volta no Trekkers Inn, em Pokhara, por volta de 19h. Estávamos completamente destruídos. Na programação original, pegaríamos um ônibus para Chitwan no dia seguinte às 7h da manhã. Até cogitamos trocar por outro horário, mas… não existia outro horário. Esse era o único ônibus do dia!

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[Nepal 2] Nagarkot-Phokara-Annapurna Trekking

Trekking de 3 dias no Annapurna: o amanhecer em Poon Hill

Trekking de 3 dias no Annapurna: o amanhecer em Poon Hill

É preciso explicar como chegamos em Nagarkot, passando por Boudhnath no caminho. Não é nada simples pegar transporte público no Nepal. Na estrada, que já é terrivelmente mal pavimentada, vimos ônibus com pessoas quase saindo pela janela. Antes da viagem, cheguei a cotar várias agências nepalesas para fechar um pacote completo no país, que incluísse o trekking, os voos e os deslocamentos terrestres. Mas ODEIO pacotes completos, gosto mesmo é de escolher cada detalhe.

No fim das contas, comprei os voos internos e o transfer para Nagarkot com a Thamel Tours. Fui sempre atendida pelo Balaram, educado e atencioso com meus mil emails cheios de dúvidas e questionamentos. O preço dele também foi o melhor entre todos os pesquisados (foram muitos, acredite!). Quando ele apareceu pela primeira vez no hotel de Kathmandu, parecia um menino com gestos muito formais.

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[Nepal 1] Kathmandu, Boudhnath e Nagarkot

O menino mais arrumadinho de Durbar Square

O menino mais arrumadinho de Durbar Square

Quando você acha que já viu de tudo e nada mais pode te impactar de verdade, chegou a hora de conhecer Kathmandu, a capital mais improvável onde já pisamos. Após muitas e muitas horas de voo, além de uma conexão de em Doha, chegamos finalmente na cidade (que é, praticamente, a única do país – o restante não é minimamente urbanizado). Dica prática: leve 2 fotos no formato 5×5 (tipo de passaporte) e US$ 25 para tirar o visto no aeroporto. No tumultinho do lado de fora do aeroporto, não conseguimos encontrar nossa carona para o hotel e pegamos um táxi comum (isto é, um carrinho caindo aos pedaços). Entramos no formigueiro de Kathmandu e chegamos ao nosso hotel, no coração de Thamel, o bairro onde se concentram os turistas. Continuar lendo